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Manual de Direito Tributário

✍ Scribed by Hugo de Brito Machado Segundo


Publisher
Editora Atlas
Year
2019
Tongue
Portuguese
Leaves
736
Edition
11
Category
Library

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No coin nor oath required. For personal study only.

✦ Synopsis


Dentro do “senso comum jurídico”, o Direito Tributário é geralmentevisto como excessivamente técnico e abstrato e, por isso mesmo, complexo eenfadonho. Interessaria, ainda, apenas aos dotados de maior capacidadeeconômica, o que conferiria caráter elitizado aos profissionais que dele seocupam, pelo menos no que tange aos do setor privado.É curioso, nesse particular, notar que o senso comum não se caracteriza,necessariamente, pelo equívoco de suas concepções. Algumas podem estarcorretas. Seu traço marcante, a rigor, é a falta de sistematicidade e,principalmente, de revisão crítica. Diz-se, simplesmente, que certas coisas sãode determinada maneira “porque sim” ou porque “todo mundo sabe”, e issoquando se chega a questionar sua razão de ser, algo que raramente acontece.O mesmo parece ocorrer com as mencionadas concepções hauridas dosenso comum em torno do Direito Tributário, pelo que, neste livro, busca-sefornecer ao leitor uma visão sistematizada e fundamentada de seus institutos,conceitos e formas, de modo a, talvez, levar a uma revisão de tais ideias,notadamente nos discentes dos cursos de graduação, que ainda não tiveramcontato mais detido com a matéria e principalmente com a realidade dasrelações econômicas e jurídicas sujeitas à tributação.A tributação é comum a praticamente todo agrupamento humano dotadode alguma organização política, estando, assim, intimamente ligada à históriadas civilizações, em todos os tempos e lugares. Está na raiz de inúmerasguerras, e, em especial, dos conflitos que legaram à humanidade DireitosFundamentais e Constituições rígidas nas quais estes se acham atualmenteconsagrados. Pela mesma razão, nela reside, na contemporaneidade, o centrodos debates relativos aos papéis do Estado e ao seu tamanho. Não se trata,portanto, de assunto abstrato ou de interesse limitado apenas a um grupo depessoas, algo que se procura demonstrar neste livro.Tem-se aqui, portanto, um Manual destinado a estudantes de graduação,no qual se objetiva examinar o conteúdo das disciplinas de Direito TributárioI e II, de forma panorâmica, mas que procura não se limitar à descrição dasnormas que disciplinam como a tributação deve ocorrer, ou das decisões
judiciais que indicam como essas normas devem ser interpretadas. Aliás, emlivro anterior que elaborei em torno desse mesmo assunto para a editora Atlas,destinado a dar ao leitor uma visão mais sintética e objetiva dos temaestudados – dentro do que isso é possível – fiz grande esforço para limitarminhas observações ao que seria a visão dominante da literatura especializadaa respeito dos textos legais, e às decisões dos tribunais. Neste Manual, noqual toda a matéria foi revista a partir de outra abordagem, sensivelmenteampliada, obviamente não se abandonou a visão predominante nos tribunais arespeito dos temas versados. Afinal, é imprescindível, para quem pretendetrabalhar com a ordem jurídica, conhecer a forma como ela atua. Mas taisconsiderações, neste novo livro, encontram-se por vezes acompanhadas deobservações a respeito dos motivos – históricos, econômicos ou filosóficos –pelos quais a matéria é entendida ou disciplinada de uma maneira, e não deoutra. E, como consequência, a partir de tais premissas e de maneira sensívela elas, eventualmente se procede à crítica da forma como no Direito brasileirose disciplinam e julgam algumas questões, como ocorre com a restituição doindébito de tributos indiretos, apenas para citar um exemplo.O mercado editorial brasileiro possui, é certo, inúmeras obras respeitáveisem torno do Direito Tributário. Este livro não tem a pretensão de ser melhordo que nenhuma delas, nem poderia. Almeja-se, apenas, uma abordagemdiferente, talvez mais ilustrada, voltada principalmente aos alunos dos cursosde graduação em Direito que têm dessa disciplina específica a pré-compreensão indicada no início desta nota.Nessa ordem de ideias, inseriram-se, desde a décima edição, QR Codesque, com o uso de dispositivos móveis equipados do aplicativo adequado,permitem ao leitor acessar vídeos nos quais o conteúdo de cada capítulo érapidamente explicado. Pretende-se, com isso, aumentar a interação entre oautor e os seus leitores, bem como a integração das diversas plataformas emídias hoje disponíveis à divulgação de ideias.Como ocorre com todo livro, este possui, por certo, imperfeições.Algumas inerentes ao processo de elaboração; outras, ao próprio autor que oelaborou. Fiz o possível para corrigi-las todas, mas, relativamente as queescaparam a mim e à diligente equipe da editora Atlas, peço aos leitores
paciência, e, se quiserem, a gentileza de me as indicarem por e-mail ou pelasredes sociais, que terei muito gosto em corrigi-las, estando ainda à disposição,nesses mesmos meios, para a troca de ideias sobre os temas abordados neste livro.

✦ Table of Contents


Frontispício
GEN
Página de rosto
Página de créditos
Dedicatória
Nota do Autor
Sumário
Capítulo 1 – Noções introdutórias
1.1. Sociedades humanas, poder político e tributo
1.2. O Estado e os recursos necessários à sua manutenção
1.2.1. Tributo e redução de desigualdades
1.3. Poder e competência
1.4. Atribuição de competência e repartição de receita
1.5. Direito Público, Direito Financeiro e Direito Tributário
Capítulo 2 – Direito tributário
2.1. Conceito de Direito Tributário
2.2. Posição, denominações e autonomia
2.3. Ciência do Direito Tributário e ramos do conhecimento não jurídico relacionados
2.3.1. A “Ciência do Direito Tributário”
2.4. Fontes do Direito Tributário
2.4.1. Explicações preliminares
2.4.2. Fontes materiais
2.4.3. Fontes formais
2.5. Tributo: conceito e espécies
2.5.1. Conceito de tributo
2.5.2. Espécies de tributo
2.5.2.1. Classificações possíveis
2.5.2.2. Impostos
2.5.2.3. Taxa
2.5.2.4. Contribuição de melhoria
2.5.2.5. Empréstimo compulsório
2.5.2.6. Contribuições
2.6. Tributação oculta
2.7. Funções do tributo
Capítulo 3 – Limitações constitucionais ao poder de tributar
3.1. Noções gerais
3.2. Legalidade
3.2.1. Legalidade e medida provisória
3.3. Isonomia
3.4. Irretroatividade
3.5. Anterioridade
3.6. Não confisco
3.7. Liberdade de tráfego
3.8. Imunidades
3.8.1. Imunidades, isenções e não incidência
3.8.2. Imunidades e impostos
3.8.3. Imunidades do art. 150, VI, da Constituição Federal
3.8.4. Outras imunidades
3.9. Limitações dirigidas à União
3.10. Limitações voltadas a Estados-membros, Distrito Federal e Municípios
3.11. O dever fundamental de pagar tributos
3.12. Outros princípios da tributação
3.12.1. Capacidade contributiva
3.12.2. Não cumulatividade
3.12.3. Seletividade
3.12.4. Progressividade
3.12.5. Praticabilidade
3.12.6. Vedação à bitributação e ao bis in idem
3.12.7. Segurança jurídica
Capítulo 4 – Legislação tributária
4.1. Conceito
4.2. Vigência e aplicação da legislação tributária
4.3. Interpretação da legislação tributária
4.4. Integração da legislação tributária
Capítulo 5 – Obrigação tributária
5.1. Conceito e espécies
5.2. Fato gerador
5.2.1. Norma geral antielisão
5.3. Sujeito ativo
5.4. Sujeito passivo
5.4.1. Solidariedade
5.4.2. Domicílio tributário
5.5. Responsabilidade tributária
5.5.1. Noções gerais
5.5.2. Responsabilidade de sucessores
5.5.3. Responsabilidade de terceiros
5.5.4. Responsabilidade por infrações
5.5.4.1. Denúncia espontânea
Capítulo 6 – Crédito tributário
6.1. Conceito e natureza jurídica
6.2. Constituição do crédito tributário pelo lançamento
6.2.1. Noções gerais
6.2.2. Modalidades de lançamento
6.2.2.1. Lançamento de ofício
6.2.2.2. Lançamento por declaração
6.2.2.3. Lançamento por homologação
6.2.3. Controle de legalidade do lançamento
6.3. Suspensão da exigibilidade do crédito tributário
6.3.1. Noções gerais
6.3.2. Moratória e parcelamento
6.3.3. Depósito de seu montante integral
6.3.4. Reclamações e recursos administrativos
6.3.5. Liminar em mandado de segurança e tutelas provisórias em outras espécies de ação judicial
6.4. Extinção do crédito tributário
6.4.1. Noções gerais
6.4.2. Pagamento
6.4.2.1. Considerações gerais
6.4.2.2. Imputação em pagamento
6.4.2.3. Consignação em pagamento
6.4.2.4. Pagamento indevido e restituição
6.4.2.4.1. A questão da restituição do indébito relativo a tributos ditos “indiretos”
6.4.2.4.2. Prazo aplicável e demais aspectos do pedido de restituição
6.4.3. Compensação
6.4.4. Transação
6.4.5. Remissão
6.4.6. Decadência
6.4.7. Prescrição
6.4.8. Conversão do depósito em renda
6.4.9. Pagamento antecipado e homologação do lançamento
6.4.10. Decisão administrativa irreformável
6.4.11. Decisão judicial passada em julgado
6.4.12. Dação em pagamento
6.5. Exclusão do crédito tributário
6.5.1. Noções gerais
6.5.2. Isenção
6.5.3. Anistia
6.6. Garantias e privilégios do crédito tributário
Capítulo 7 – Administração tributária
7.1. Fiscalização. Fundamento constitucional e limites à sua atuação
7.1.1. Dívida ativa
7.1.1.1. O protesto de CDA
7.1.2. Certidões de regularidade fiscal
Capítulo 8 – Exercício da competência tributária
8.1. Noções gerais
8.2. Impostos federais
8.2.1. Imposto de importação
8.2.2. Imposto de exportação
8.2.3. Imposto de Renda
8.2.4. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
8.2.5. Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguros
8.2.6. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
8.2.7. Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)
8.2.8. Impostos residuais e extraordinários
8.2.8.1. Impostos residuais
8.2.8.2. Impostos extraordinários
8.3. Impostos estaduais
8.3.1. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD)
8.3.2. Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e à prestação de serviços de comunicação e transporte interestadual e intermunicipal (ICMS)
8.3.3. Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
8.4. Impostos municipais
8.4.1. Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
8.4.2. Imposto sobre transmissão de bens imóveis (ITBI)
8.4.3. Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS)
8.5. Taxas e contribuições de melhoria
8.5.1. Taxas
8.5.2. Contribuições de melhoria
8.6. Empréstimos compulsórios
8.7. Contribuições
8.7.1. Noções gerais
8.7.2. Contribuições e anterioridade
8.7.3. Contribuições e lei complementar
8.7.4. Espécies de contribuições
8.7.4.1. Contribuições sociais
8.7.4.2. Contribuições de custeio da seguridade social
8.7.4.2.1. A não cumulatividade das contribuições PIS e COFINS
8.7.4.3. “Outras” contribuições sociais
8.7.4.4. Contribuições de intervenção no domínio econômico
8.7.4.5. Contribuições corporativas
8.7.4.6. Contribuição de iluminação pública
8.8. Simples Nacional
Capítulo 9 – Ilícito tributário
9.1. Preliminarmente
9.1.1. Sanção e prêmio
9.1.2. Espécies ou classificações de sanções
9.1.3. Cumulação de sanções administrativas e penais
9.2. Penalidades administrativas em matéria tributária
9.2.1. Fundamento constitucional para a imposição de uma penalidade pecuniária
9.2.2. Infrações mais graves, multas mais pesadas
9.2.3. Multa proporcional ao valor do tributo, quando este não é devido
9.2.4. A alegada “responsabilidade objetiva” pela prática de infrações administrativas
9.2.5. Conteúdo das sanções: critérios e limites
9.2.6. Interpretação dos textos normativos que veiculam sanções
9.2.7. Sanções administrativas e o princípio da legalidade
9.2.8. Denúncia espontânea da infração
9.2.9. Sanções administrativas e devido processo legal. As chamadas “sanções políticas”
9.2.10. Descumprimento ao art. 212 do CTN por parte do Fisco e infrações decorrentes do desconhecimento da legislação
9.3. Direito Penal Tributário
9.3.1. Noções gerais
9.3.2. Apropriação indébita previdenciária
9.3.3. Excesso de exação
9.3.4. Sonegação de contribuição previdenciária
9.3.5. Descaminho
9.3.6. Disposições da Lei 8.137/90
9.3.7. Prévio exaurimento da via administrativa
9.3.8. Lançamentos baseados em presunções e reflexos no âmbito penal
9.3.9. Concurso de crimes e crime continuado
9.3.10. A necessidade do dolo
9.3.11. Denúncia genérica e crimes praticados no âmbito de pessoas jurídicas
9.3.12. Inexigibilidade de conduta diversa
9.3.13. Extinção da punibilidade pelo pagamento
9.3.14. Direito ao silêncio e o dever de informar
Capítulo 10 – Noções de processo administrativo tributário
10.1. Noções preliminares
10.2. Lançamento
10.2.1. Natureza e espécies
10.2.2. Procedimento preparatório do lançamento de ofício revisional
10.2.3. Lançamento. Requisitos
10.2.4. Impugnação
10.2.5. Julgamento de primeira instância
10.2.6. Recurso voluntário e remessa de ofício
10.2.7. Julgamento de segunda instância
10.2.8. Recursos excepcionais
10.2.9. Decisão administrativa definitiva e discussão judicial
10.2.10. Decisão administrativa definitiva e rediscussão na via administrativa
10.2.11. Agravamento da exigência e devido processo legal
10.2.12. Inscrição em dívida ativa
10.3. Processos de reconhecimento de direito
10.3.1. Noções gerais
10.3.2. Reconhecimento e cancelamento de imunidades e isenções individuais
10.3.3. Restituição e compensação
10.3.4. Moratória e parcelamento
10.3.5. Exclusão do Simples Nacional
10.3.6. Consulta fiscal
Capítulo 11 – Noções de processo judicial tributário
11.1. Aspectos fundamentais
11.2. Ações de iniciativa do fisco e ações de iniciativa do contribuinte
11.3. Ações de iniciativa do fisco
11.3.1. Execução fiscal
11.3.1.1. Corresponsáveis
11.3.1.2. Exceção de pré-executividade
11.3.1.3. Garantia da execução
11.3.1.4. Oposição de embargos e suspensão da execução
11.3.1.5. Honorários de sucumbência nas execuções não embargadas
11.3.1.6. Suspensão da execução e prescrição intercorrente
11.3.2. Cautelar fiscal
11.4. Ações de iniciativa do contribuinte
11.4.1. Embargos do executado
11.4.2. Mandado de segurança
11.4.2.1. Noções gerais
11.4.2.2. Cabimento em matéria tributária
11.4.2.3. Mandado de segurança e compensação
11.4.2.4. Mandado de segurança coletivo
11.4.2.5. Impetração preventiva e mandado de segurança contra “lei em tese”
11.4.2.6. Medida liminar
11.4.2.7. O pedido de suspensão de liminar e de suspensão de segurança
11.4.2.8. Participação do MP
11.4.2.9. Sentença e recursos
11.4.3. Ação anulatória
11.4.4. Ação declaratória
11.4.5. Ação de repetição do indébito
11.4.6. Ação de consignação em pagamento
11.5. Ações da coletividade
11.5.1. Nota distintiva
11.5.2. Ação popular
11.5.3. Ação civil pública
11.6. Controle concentrado de constitucionalidade
11.6.1. Natureza e finalidade
11.6.2. ADI e ADC
11.6.3. ADPF
Capítulo 12 – Noções de direito financeiro
12.1. Conceito de direito financeiro
12.2. Receita pública
12.2.1. Conceito
12.2.2. Espécies
12.2.2.1. Receitas extraordinárias e receitas ordinárias
12.2.2.2. Receitas originárias e receitas derivadas
12.2.2.3. Receitas correntes e receitas de capital
12.2.3. Repartição constitucional de receitas
12.3. Orçamento
12.3.1. Noções gerais
12.3.2. Espécies de orçamento
12.3.3. Orçamento e controle da atividade financeira do Estado
12.4. Despesa pública
12.4.1. Despesas correntes
12.4.2. Despesas de capital
12.5. Dívida pública
12.6. Princípios de direito financeiro
12.6.1. Princípio da exclusividade
12.6.2. Princípio da programação
12.6.3. Princípio do equilíbrio
12.6.4. Princípio da anualidade
12.6.5. Princípio da unidade
12.6.6. Princípio da universalidade
12.6.7. Princípio da legalidade
12.6.8. Princípio da transparência
12.6.9. Princípio da publicidade
12.6.10. Princípio da quantificação
12.6.11. Princípio da não vinculação
12.7. Algumas notas sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal
12.7.1. Aspectos gerais
12.7.2. Exigências relativas ao orçamento
12.7.3. Exigências relativas à receita pública (e à sua renúncia)
12.7.4. Exigências relativas à despesa pública
12.7.5. Transferências voluntárias
12.7.6. LRF e dívida pública
12.7.7. Transparência, controle e fiscalização na LRF
12.8. O impeachment de Dilma Rousseff e o Direito Financeiro
12.9. Estabelecimento de um teto para as despesas públicas
12.10. A sistemática de precatórios e o endividamento dos entes federativos periféricos
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