𝔖 Scriptorium
✦   LIBER   ✦

📁

Os limites da interpretação

✍ Scribed by Umberto Eco


Publisher
Bookwire Brasil
Year
2004
Tongue
Portuguese
Leaves
315
Category
Library

⬇  Acquire This Volume

No coin nor oath required. For personal study only.

✦ Synopsis


Diante de duas Giocondas, como estabelecer a autêntica? Para o crítico de arte, o semiólogo e, em geral, todos aqueles que lidam com a percepção da realidade, a questão da interpretação é central e instigante pois o desafio é descobrir quais os limites da interpretação.


📜 SIMILAR VOLUMES


Os Limites da Interpretação
✍ Umberto Eco 📂 Library 📅 2016 🌐 Portuguese

Este livro traz em suma a interpretação de textos. Afimar que um texto é potencialmente sem fim não significa que todo ato de interpretação possa ter um final feliz. Até mesmo o desconstrucionista mais radical aceita a idéia de que existem interpretações clamorosamente inaceitáveis. Isso significa q

Os Limites da Interpretação
✍ Umberto Eco 📂 Library 🌐 Portuguese

Este livro traz em suma a interpretação de textos. Afimar que um texto é potencialmente sem fim não significa que todo ato de interpretação possa ter um final feliz. Até mesmo o desconstrucionista mais radical aceita a idéia de que existem interpretações clamorosamente inaceitáveis. Isso significa q

Os Limites da Interpretação (Estudos)
✍ Eco, Umberto;Carvalho, Pérola de(Tradução) 📂 Library 📅 2000;2012 🏛 Editora Perspectiva S/A 🌐 Portuguese

Conhecido por haver revolucionado a semiologia com Obra Aberta, em que propunha a primazia da interpretação, Umberto Eco, nestes ensaios escritos entre 1985 e 1990, agora defende os diretos do texto: “dizer que um texto é potencialmente sem fim não significa que todo ato de interpretação possa ter u

Os Limites da Interpretação (Estudos)
✍ Eco, Umberto;Carvalho, Pérola de(Tradução) 📂 Library 📅 2000;2012 🏛 Editora Perspectiva S/A 🌐 Portuguese

Conhecido por haver revolucionado a semiologia com Obra Aberta, em que propunha a primazia da interpretação, Umberto Eco, nestes ensaios escritos entre 1985 e 1990, agora defende os diretos do texto: “dizer que um texto é potencialmente sem fim não significa que todo ato de interpretação possa ter u