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Os Limites da Interpretação

✍ Scribed by Umberto Eco


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Portuguese
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363
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✦ Synopsis


Este livro traz em suma a interpretação de textos. Afimar que um texto é potencialmente sem fim não significa que todo ato de interpretação possa ter um final feliz. Até mesmo o desconstrucionista mais radical aceita a idéia de que existem interpretações clamorosamente inaceitáveis. Isso significa que o texto interpretado impõe restrições a seus intérpretes. Os limites de interpretação coincidem com os direitos do texto.

✦ Table of Contents


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Créditos
Folha de rosto
Ficha catalográfica
Sumário
Introdução
1. Intentio Lectoris Apontamentos sobre a Semiótica da Recepção[7]
1.1. ARQUEOLOGIA
1.2. TRÊS TIPOS DE INTENÇÕES
1.3. DEFESA DO SENTIDO LITERAL
1.4. LEITOR SEMÂNTICO E LEITOR CRÍTICO
1.5. INTERPRETAÇÃO E USO DOS TEXTOS
1.6. INTERPRETAÇÃO E CONJECTURA
1.7. A FALSIFICAÇÃO DAS MÁS INTERPRETAÇÕES
1.8. CONCLUSÕES
2. Aspectos da semiose Hermética
2.1. DOIS MODELOS DE INTERPRETAÇÃO[11]
2.1.1. O Modus
2.1.2. Hermes
2.1.3 A Contradição e o Segredo
2.1.4. O Acontecimento Hermético
2.1.5. O Espírito da Gnose
2.1.6. Segredo e Complô
2.1.7. A Herança do Hermetismo, Hoje
2.2. A SEMELHANÇA MNEMOTÉCNICA
2.2.1. Mnemotécnicas e Semiose
2.2.2. Semiótica como Sistema
2.2.3. As Mnemotécnicas Sistemáticas
2.2.4. As Regras da Correlação
2.2.4.1. As signaturas e a retórica da semelhança
2.2.4.2. Signaturas, retórica, correlação mnemotécnica
2.2.5. Para uma Tipologia das Correlações
2.2.6. Seleções Contextuais
2.2.7. Conclusão
2.3. O DISCURSO ALQUÍMICO E O SEGREDO DIFERIDO
2.3.1. Alquimia Operativa e Alquimia Simbólica
2.3.2. O Discurso Alquímico
2.3.3. A Grande Obra
2.3.4. Um Discurso de Sinonímia Total
2.4. SUSPEITA E ESBANJAMENTO INTERPRETATIVO[22]
2.4.1. A Interpretação Suspeitosa
2.4.2. O Deslumbramento Excessivo
2.4.3. O Paradigma do Velame
2.4.4. René Guénon: Deriva e Navio dos Doidos
3. O Trabalho da Interpretação
3.1. CRITÉRIOS DE ECONOMIA[38]
3.1.1. A Economia Isotópica
3.1.2. Economizar em cima de Joyce
3.1.3. Intentio Operis versus Intentio Auctoris
3.1.4. O Autor e seus Intérpretes. Um Teste in Corpore Vili
3.1.5. Quando o Autor não Sabe que Sabe
3.2. IDIOLETO TEXTUAL E VARIEDADE DE INTERPRETAÇÕES[48]
3.3. SOBRE A INTERPRETAÇÃO DAS METÁFORAS
3.3.1. Geração e Interpretação
3.3.2. Grau Zero e Significado Literal
3.3.3. A Metáfora como Fenômeno de Conteúdo e a Enciclopédia
3.3.4. Metáfora e Mundos Possíveis
3.3.5. A Metáfora e a Intenção do Autor
3.3.6. Metáfora como Espécie da Conotação
3.3.7. Interpretação como Abdução
3.3.8. Contextualidade e Intertextualidade
3.3.9. Metáfora e Paráfrase
3.3.10. Metáfora e Estética
3.4. FALSOS E CONTRAFAÇÕES[54]
3.4.1. Definições Preliminares
3.4.1.1. Definições correntes
3.4.1.2. Primitivos
3.4.2. Replicabilidade de Objetos
3.4.2.1. Duplos
3.4.2.2. Pseudoduplos
3.4.2.3. Objetos únicos com traços irreproduzíveis
3.4.3. Contrafação e Falsa Identificação
3.4.4. Pragmática da Falsa Identificação
3.4.4.1. Contrafação radical
3.4.4.1.1. Falsa identificação deliberada
3.4.4.1.2. Falsa identificação ingênua
3.4.4.1.3. Cópias de autor
3.4.4.1.4. Alteração do original
3.4.4.2. Contrafação moderada
3.4.4.2.1. Entusiasmo gerador de confusão
3.4.4.2.2. Pretensa descoberta de intercambialidade
3.4.4.3. Contrafação ex nihilo
3.4.4.3.1. Falso diplomático
3.4.4.3.2. Contrafação ex nihilo deliberada
3.4.4.3.3. Falsa atribuição involuntária
3.4.5. O Falso como Falso Signo
3.4.6. Critérios para o Reconhecimento da Autenticidade
3.4.6.1: Provas fundamentadas no suporte material
3.4.6.2. Provas fundamentadas na manifestação linear do texto
3.4.6.3. Provas fundamentadas no conteúdo
3.4.6.4. Provas fundamentadas em fatos externos (referente)
3.4.7. Conclusões
3.5. PEQUENOS MUNDOS
3.5.1. Mundos Narrativos
3.5.2. Mundos Vazios versus Mundos Mobiliados
3.5.3. Abordagem Técnica versus Abordagem Metafórica
3.5.4. Mundos Possíveis e Teoria da Narratividade
3.5.5. Pequenos Mundos
3.5.6. Requisitos para a Construção de Pequenos Mundos
3.5.7. Boa Vontade Cooperativa
4. As Condições da Interpretação
4.1. AS CONDIÇÕES MINIMAIS DA INTERPRETAÇÃO[63]
4.1.1. Semiose e Semiótica
4.1.2. Significação e Comunicação
4.1.3. Sistemas e Sistemas Semióticos
4.1.4. Interpretação
4.1.5. Estímulo-Resposta
4.1.6. O Espaço C
4.1.7. Semiose sem Consciência
4.1.8. A Abdução
4.1.9. Reconhecimento
4.1.10. Modelos e Metáforas
4.2. CHIFRES, CASCOS, SAPATOS: TRÊS TIPOS DE ABDUÇÃO[64]
4.2.1. Chifres
4.2.1.1. Aristóteles e os ruminantes
4.2.1.2. Peirce e os feijões
4.2.1.3. Leis e fatos
4.2.1.4. Hipótese, abdução, metabdução
4.2.2. Cascos
4.2.2.1. O texto de Voltaire
4.2.2.2. Abduções hipercodificadas
4.2.2.3. Abduções hipocodificadas
4.2.2.4. No limiar da metabdução
4.2.3. Sapatos
4.2.3.1. Abduções criativas
4.2.3.2. As metabduções
4.3. SEMÂNTICA, PRAGMÁTICA E SEMIÓTICA DO TEXTO[65]
4.3.1. Objetos e Dimensões
4.3.1.1. Língua versus outros sistemas
4.3.1.2. Semântica e pragmática: uma rede semiótica
4.3.1.2.1. Três teorias semânticas
4.3.1.2.1.1. Objeções à teoria (i)
4.3.1.2.1.2. Objeções à teoria (ii)
4.3.1.2.2. A pragmática entre significação e comunicação
4.3.2. A Semântica Avança rumo à Pragmática
4.3.2.1. Interpretação
4.3.2.2. Dêixis
4.3.2.3. Contextos e circunstâncias
4.3.2.4. Condições de felicidade e força ilocutiva
4.3.2.5. Papéis contextuais
4.3.2.6. Conhecimento de fundo
4.3.3. Nomes, Coisas e Ações: Nova Versão de um Velho Mito
4.4. SOBRE A PRESSUPOSIÇÃO4[66]
4.4.1. Pressuposições e Semiótica Textual
4.4.1.1. O universo das pressuposições
4.4.1.2. Semântica e pragmática
4.4.1.3. Fundo e relevo
4.4.1.4. Termos-p e pressuposições existenciais
4.4.1.5. Poder posicional e poder pressuposicional
4.4.1.6. Contestar as pressuposições
4.4.2. Termos-p
4.4.2.1. Representação de termos-p
4.4.2.2. Problemas abertos
4.4.2.3. Poder posicional dos termos-p
4.4.3. Pressuposições Existenciais
4.4.4. Conclusões
4.5. CHARLES SANDERS PERSONAL: MODELOS DE INTERPRETAÇÃO ARTIFICIAL[78]
4.6. SEMIOSE ILIMITADA E DERIVA[79]
4.6.1. A Deriva Hermética
4.6.2. Deriva Hermética e Semiose Ilimitada
4.6.3. Semiose Ilimitada e Desconstrução
4.6.4. Derrida a propósito de Peirce
4.6.5. Peirce Sozinho
4.6.6. Conclusões
Bibliografia
Umberto Eco na Perspectiva
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