Molloy sobresurt com un dels grans monuments narratius sustentats en la força de la veu, on dos narradors singulars mantenen un flux discursiu esplèndid creant dos dels grans monòlegs interiors del segle XX literari. La crítica reconeix en aquesta novel·la una de les aportacions més originals de la
Molloy
✍ Scribed by Beckett, Samuel
- Book ID
- 109477825
- Publisher
- Biblioteca Azul
- Year
- 2014
- Tongue
- Portuguese
- Weight
- 149 KB
- Series
- Trilogia do pós-guerra 1
- Category
- Fiction
- ISBN-13
- 9788525057488
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✦ Synopsis
"Molloy", de Samuel Beckett, é uma das obras-primas do romance moderno, em tradução exemplar de Ana Helena Souza. O livro contém, ainda, esclarecedor prefácio da tradutora, cronologia da vida do autor e completa bibliografia de sua vasta obra.
Samuel Beckett foi, com Kafka, um dos grandes tradutores do mundo contemporâneo. Kafka era um fabulista que adotou o estilo do realismo, revelando ao mundo real sua condição de pesadelo. O “pesadelo da história” de que fala Joyce. E que Kafka viveu no período da longa noite da I Guerra. Beckett o viveria na noite ainda mais escura da II Guerra (de que participou juntando-se à Resistência Francesa) e dos crimes nazistas. O que levou Adorno a decretar a própria impossibilidade de ainda se fazer poesia.
É essa impossibilidade, isto é, a falência da linguagem em dar conta de uma realidade não inefável, como no tempo dos mitos, mas nefanda, que está na origem dos silêncios significantes de Beckett em seu teatro. Beckett, porém, foi o caso raro de um verdadeiro polígrafo, que escreveu obras-primas em todas as linguagens: do teatro (sua face mais famosa) à poesia, passando pelo romance. E no romance (que “o próprio autor coloca num patamar mais elevado”, segundo a prefaciadora), como neste Molloy, Beckett adotaria estratégia lingüística oposta.
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Primera de las novelas de la gran trilogía que completan «Malone muere» y «El innombrable», «Molloy» constituye el punto de arranque de la etapa iniciada por Samuel Beckett (1906-1989) tras la Segunda Guerra Mundial, caracterizada por el abandono del inglés en favor del francés como lengua literaria
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