*Uma história de terror natalino de aquecer o coração* Era noite, quase Natal, e todos em Pine Cove estão ocupados comprando, embrulhando e trocando presentes. Mas nem todos estão no clima para receber o bom velhinho. O pequeno Joshua Barker, de apenas sete anos, está desesperado: precisa de um ver
Um homem burro morreu
✍ Scribed by Rafael Sperling
- Book ID
- 100402694
- Publisher
- Oito e Meio
- Year
- 2014
- Tongue
- Portuguese
- Weight
- 70 KB
- Category
- Fiction
- City
- Rio de Janeiro
- ISBN
- 8563883534
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✦ Synopsis
"Rafael Sperling escreve sem medo de errar, na verdade, escreve sem medo algum, escreve com boas doses de criatividade e humor (...)” – Paulo Scott “
(...) uma visão feroz da experiência de se estar vivo." – João Gilberto Noll
“Rafael tem uma mente fabulista, inventiva, muito interessante a sua literatura." – Ana Paula Maia
Assim como Cérbero da mitologia grega, o escritor Rafael Sperling conduz o incauto leitor por seu reino literário subterrâneo, onde há espaço de sobra para a ultra-violência, a sexualidade agressiva, o absurdo cotidiano e a aniquilação. As 26 breves narrativas que compõem seu novo livro, Um homem burro morreu (Editora Oito e meio), misturam sarcasmo com elementos grotescos e nonsense, embalados por uma linguagem coloquial que remete ao cinema, ao roteiro de TV, publicidade, dramaturgia, musica e poesia. As imagens irracionais que habitam o bizarro universo simbólico de Sperling permanecem na cabeça do leitor, da mesma forma que o “nonsense de internet”, presente em vídeos e “memes” que atraem o público exatamente por sintetizarem de forma tosca e absurda os fatos cotidianos.
Em "O juiz que queria ser artista plástico" a narrativa gira em torno de um meteorito que destrói o mundo, enquanto um juiz de futebol que gostaria de ter sido artista reflete sobre sua vida. Tudo o que resta da humanidade após o impacto é a malograda escultura de um atleta que o artista fracassado pretendia finalizar. Em outra história, Jesus Cristo dá uma surra em Hitler como castigo, mas acaba sentindo cada vez mais prazer com a violência, terminando por crucificá-lo.
Considerado um brincalhão malcriado das letras, o carioca de 28 anos não se leva nem um pouco a sério, o que considera fundamental para a literatura: “Hoje em dia não faz sentido escrever algo que se aproxime de uma estética realista. O mundo em que vivemos é estranho e absurdo demais, a ponto de uma narrativa realista soar incongruente”, afirma Sperling. Apesar de não se preocupar com o que os outros pensam, as ações despropositadas e vazias de seus personagens, sobrepostas s situações surreais que brotam da imaginação do jovem escritor, estimulam uma crítica social instantânea. Não é toa que duas das grandes influências de Sperling sejam o escritor Franz Kafka e o cineasta David Lynch, cânones do absurdo em suas respectivas áreas.
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