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Cover of Poemas Completos de Ricardo Reis: Antologia poética do heterónimo de Fernando Pessoa, Ricardo Reis

Poemas Completos de Ricardo Reis: Antologia poética do heterónimo de Fernando Pessoa, Ricardo Reis

✍ Scribed by Fernando Pessoa


Year
2015
Tongue
Portuguese
Weight
40 KB
Category
Fiction
ASIN
B00S1K1B5E

No coin nor oath required. For personal study only.

✦ Synopsis


Inclui:Mestre, são plácidasDeuses desterradosCoroai-me de rosasO Deus Pã não morreuDia suaveVem sentar-te comigo LídiaAo longeSó ter floresA palidez do diaNão tenhas nada nas mãosSábio é…As rosasCuidas, ínvioNão consentem os deusesCada coisa a seu tempoDa nossa semelhança com os deusesSó esta liberdade nos concedemAqui, Neera, longeLâmpada noturnaAs NinfasVós que, crentes em Cristos e MariasO mar jazAntes de nósAcima da verdadeAnjos ou DeusesTirem-me os deusesBocas roxas de vinhoOuvi contarPrefiro rosasFelizesSegue o teu destinoFeliz aquele a quem a vida grataNão a Ti, Cristo (1)Não a Ti, Cristo (2)Medo do destinoAs ondasSeguro assento na coluna firmeNão quero as oferendasIedaNão canto a noiteNão quero recordarA abelhaDia após diaFlores que colhoA flor que ésMelhor destino que o de conhecer-seVerãoQuão breve tempo é a mais longa vidaTão cedo passa tudo quanto passaPrazerCampo LavrandoBeijoTuas, não minhasOlho os camposNo ciclo eternoVelhiceO vinhoQuanta tristezaFrutosGozo sonhado é gozoNuvemAtrás não tornaA nada imploramUm corpoOndaO sono é bomFim certeiroNos altos ramos de árvoresInglória é a vidaMorteFadoNem da erva humildeQuem diz ao diaNegue-me tudo a sorteSe recordo quem fuiQuando, Lídia, vier o nosso outonoA brisa da manhãDoze mesesNão sei de quem recordoO que sentimosQuer pouco: terás tudoHomem, é igual aos deusesNão quero, CloeNão sei se é amor que tensNunca a alheia vontadeNo mundo, só comigoOs deuses e os MessiasDo que quero renegoSim, sei bemBreve o diaDomina ou calaTudo, desde ermosNinguémSe a cada coisa que háQuanto façasRasteja mole pelos campos ermosAzuis os montesLídia, ignoramosSevero narroSereno aguardaNinguém a outro amaVive sem horasNada somosPara ser grandeQuero ignoradoCada dia sem gozoPois que nada que dureEstás sóAqui, neste misérrimo desterroColhe o diaSúbdito inútilAguardoVivem em nós inúmerosPonho na altiva mente o fixo esforçoTemo, LídiaNão queiras, LídiaSaudoso já deste verãoDeixemos, LídiaÉ tão suave a fuga deste diaPara os deuses…No magno diAQuero dos deusesAos deuses peçoCada um cumpre o destino que lhe cumpreMeu gesto que destróiSob a leve tutela

✦ Subjects


Poetry


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