O Amazonas é a espinha dorsal de uma bacia de 6,8 milhões de quilômetros quadrados. Uma área equivalente ao Oriente Médio e que representa 16% do reservatório de água doce do planeta. A cada segundo, o colossal rio lança 24 milhões de litros no mar: apenas duas horas desse fluxo seriam suficientes p
O rio: uma viagem pela alma do Amazonas
✍ Scribed by Leonencio Nossa
- Publisher
- Editora Record
- Year
- 2017
- Tongue
- Portuguese
- Weight
- 1 MB
- Category
- Fiction
- ISBN
- 8501098884
- ASIN
- B00A3CQKCW
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✦ Synopsis
O Amazonas é a espinha dorsal de uma bacia de 6,8 milhões de quilômetros quadrados. Uma área equivalente ao Oriente Médio e que representa 16% do reservatório de água doce do planeta. A cada segundo, o colossal rio lança 24 milhões de litros no mar: apenas duas horas desse fluxo seriam suficientes para abastecer Nova York — ou São Paulo — por um ano. Mas a sete mil quilômetros antes de encontrar o Atlântico, o gigante é apenas um filete, jorrando de uma fonte subterrânea, abastecida pela geleira do monte Quehuisha, ao sul do Peru.
O jornalista Leonencio Nossa e o repórter fotográfico Celso Júnior percorreram a extensão do rio, desde a nascente, entre cascalhos e pedras, até a foz, o incrível encontro das águas com o oceano, na pororoca. Em O rio, Leonencio relata o que vê ao descer a cordilheira dos Andes, atravessar povoados das selvas peruana e amazônica, até chegar à Macedônia – povoado mais próximo do deságüe. Frio e ar rarefeito, poeira e queimaduras solares, foram muitos os desafios ao longo do trajeto.
Um caminho marcado por afluentes, subafluentes, igarapés, paranás, lagos, água que não acaba mais. Mas, principalmente, por vários povos ribeirinhos, suas histórias, anseios, ambições e dificuldades. As denúncias de exploração sexual de crianças, poluição. “O importante é conhecer pessoas, ouvir histórias, trocar experiências. Aliás, qualquer debate sobre um rio nunca terá ponto final, especialmente um rio do tamanho e do tipo do Amazonas, considerado novo pelos especialistas, um curso que ainda está em formação”, explica Leonencio.
Ao percorrer territórios peruanos e brasileiros, o autor comprova que observar o rio Amazonas não é apenas trazer informações hidrográficas ou turísticas aos leitores. Seguir essas águas, que assumem nomes diferentes ao longo do caminho, é também encontrar a alteridade dos povos, a memória de uma América entocada, culturas perdidas ou ainda desconhecidas.
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