O livro 'Nos cumes do desespero', foi escrito em romeno em 1933, quando o autor contava 22 anos de idade, sendo o primeiro livro do filósofo Emil Cioran. Com traços de explosão de angústia e lirismo, esta obra não tinha outra pretensão que não a de expressar a dor de existir. A obra é fruto de suas
Nos Cumes do Desespero
✍ Scribed by Emil Cioran
- Publisher
- Exilado dos livros
- Year
- 2013
- Tongue
- Portuguese
- Weight
- 68 KB
- Category
- Fiction
No coin nor oath required. For personal study only.
✦ Synopsis
Nos cumes do desespero foi escrito em romeno em 1933, quando o autor contava 22 anos de idade, sendo o primeiro livro do filósofo Emil Cioran. Explosão de angústia e lirismo, esta obra não tinha outra pretensão que não a de expressar de forma brutal e avassaladora a dor de existir. Laureada com o Prêmio dos Jovens Escritores Romenos, a obra também é fruto de suas leituras de Nietzsche, Schopenhauer, Bergson, Pascal e Dostoiévski. Mas para além das leituras e influências eruditas, Nos cumes do desespero é resultado sobretudo de sua experiência com a insônia, a vigília ininterrupta, esse “nada sem trégua”. Com a insônia, essa “lucidez vertiginosa que poderia converter o paraíso num centro de tortura”, Cioran postulou a inutilidade da filosofia e desde então passou a viver à margem das universidades, encontrando consolo no poder trêmulo das palavras. Inicialmente, o autor pretendia publicar essa obra como um testamento de um suicida, mas quando ela foi lançada em 1934 Cioran descobriu o alívio da palavra desencantada e desde então desenvolveu a arte da fórmula paradoxal e da máxima assombrosa e inesquecível, sem a qual, segundo o próprio autor, teria posto um fim aos seus dias. Obra inédita em português, em tradução direta do romeno e com apresentação de José Thomaz Brum.
📜 SIMILAR VOLUMES
O drama de Gloria e Robert, um par enlaçado para um balé incessante em uma competição trágica durante a Grande Depressão americana, ainda permanece como uma metáfora poderosa em nossos dias. A mídia continua a nos oferecer espetáculos nos quais, por vezes, perdemos a dimensão do humano e avançamos a