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Historia do tarô
✍ Scribed by Isabelle Nadolny
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- Portuguese
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✦ Table of Contents
Créditos
Folha de rosto
Sumário
Introdução
Capítulo I: A história do tarô se inscreve na história das cartas do baralho e do jogo...
1. Jogo e adivinhação desde a Antiguidade
Entre mitos, jogos e símbolos
Uma fronteira indistinta entre jogo e adivinhação
Os dados, o acaso, a boa sorte, a fortuna...
Na Idade Média se jogava muito, mesmo sendo uma ofensa a Deus
2. O surgimento e o desenvolvimento dos baralhos na Europa
As primeiras menções aos jogos de cartas na Europa
De onde vêm as cartas de jogo?
Não há cartas sem papel e sem gravura!
3. História dos primeiros baralhos
Os primeiros baralhos
As cartas da corte
Os quatro naipes
Os quatro naipes do tarô
4. A simbologia dos quatro naipes
Os símbolos dos quatro naipes segundo os autores antigos
Os símbolos dos quatro naipes segundo os autores modernos
As cartas espiritualizadas
Capítulo II. O surgimento do tarô na Itália
1. As primeiras referências de arquivos e os primeiros tarôs
As primeiras referências de arquivos
Tarôs Visconti, os mais antigos do mundo
Outros tarôs do século XV, decorados com iluminuras
O que já é possível observar nesses primeiros baralhos?
2. Em que contexto surgiu o tarô?
Há muito que dizer com base nos triunfos...
O tarô surgiu em tempos conturbados
O tarô e o Renascimento italiano
3. Primeiros elementos de interpretação e de simbologia
Seria o tarô um jogo educativo? Exemplo de um baralho dos anos 1420
O tarô de Mantegna, ou o “jogo do governo do mundo”
Seria o tarô um modelo de ascensão a Deus?
Os Triunfos de Petrarca
Os carros triunfais e os carnavais italianos
Quem teria criado o tarô?
Capítulo III: O Tarô de Marselha, seus ancestrais e seus descendentes
1. A expansão do tarô na França
De onde vem o termo “tarô”?
Os mais antigos tarôs franceses de que se tem conhecimento
A Itália, mais uma provável fonte de inspiração
2. O século dos “tarôs de Marselha”
Os mais antigos “tarôs de Marselha” de que se tem conhecimento
A vida cotidiana dos fabricantes de cartas franceses sob o Antigo Regime
Inúmeros tarôs de Marselha
Os tarôs de Marselha estão longe de ser os únicos tarôs antigos
3. A tradição do tarô de Marselha
As primeiras aparições da denominação “tarô de Marselha”
A criação do “Antigo Tarô de Marselha” por Paul Marteau
Capítulo IV: A história do tarô também se inscreve na história da adivinhação
1. Adivinhação e ocultismo no século XV
As práticas divinatórias no final da Idade Média
Astrologia e tarô
Alquimia, hermetismo e tarô
2. O nascimento do tarô divinatório
A adivinhação pelas cartas antes do século XVIII
Franco-maçonaria e egiptomania no século das Luzes
Court de Gébelin e o Mundo Primitivo
O conde de Mellet
Tiragem de tarô segundo o método do conde de Mellet (1781)
3. A era de ouro da cartomancia
O inapreensível Alliette, vulgo Etteilla
A fortuna das cartas
Variedade e sucesso dos baralhos divinatórios
Mademoiselle Lenormand, a sibila dos salões
4. Quando o tarô se torna ocultista
Éliphas Lévi, o tarô e a cabala
Oswald Wirth
Papus
A tradição anglo-saxã
A profusão editorial francesa a partir dos anos 1980
Capítulo V: Pequena história dos arcanos maiores
O Louco (Le Mat)
I. O Mago (Le Bateleur)
II. A Papisa
III. A Imperatriz
IIII. O Imperador
V. O Papa
VI. O Enamorado
VII. O Carro
VIII. A Justiça
VIIII. O Eremita
X. A Roda da Fortuna
XI. A Força
XII. O Pendurado
XIII. A Morte
XIIII. Temperança
XV. O Diabo
XVI. A Casa de Deus
XVII. A Estrela
XVIII. A Lua
XVIIII. O Sol
XX. O Julgamento
XXI. O Mundo
Conclusão
Mais informações...
Apêndice A: O tarô de Etteilla segundo seu livro de 1783
Apêndice B: Referências dos principais tarôs
Os antigos tarôs italianos
Os primeiros tarôs impressos nos séculos XVI-XVII
Os tarôs de Marselha do século XVIII
Os tarôs e as cartas divinatórias dos séculos XIX e XX
Apêndice C: Bibliografia comentada e fontes
História do tarô e das cartas de jogos
Outras obras consultadas
Dicionários
Fontes sobre o tarô e a cartomancia
Outras fontes consultadas
Apêndice D: Sites, blogs e bases de dados
Bases de dados, fóruns
Blogs e sites
Agradecimentos
Créditos iconográficos
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