seleção e prefácio Leyla Perrone-Moisés A qualidade literária das crônicas de José Castello comprovam, ao mesmo tempo, o bom leitor e o bom escritor que ele é. Suas crônicas, invariavelmente, mostram o quanto ele é um grande 'devorador' de grandes escritores.
As Cem Melhores Crônicas Brasileiras
✍ Scribed by Joaquim Ferreira dos Santos (Org.)
- Book ID
- 108851072
- Year
- 2017
- Tongue
- pt-BR
- Weight
- 456 KB
- Category
- Fiction
No coin nor oath required. For personal study only.
✦ Synopsis
SINOPSE Esta obra contém cem crônicas de 62 autores que tornaram um gênero em clássicos de referência de bons momentos na língua portuguesa. Entre os autores estão - Rubem Braga e Luis Fernando Verissimo, Xico Sá, João do Rio, Nelson Rodrigues, Paulo Mendes Campos, Antônio Maria e Fernando Sabino.
📜 SIMILAR VOLUMES
Dizem que a boa crônica é como um passeio sem sair da poltrona, graças às artes mágicas do cronista. Se assim for, as crônicas de Zuenir Ventura são como um grande passeio pelo Brasil, os múltiplos Brasis que convivem entre as fronteiras amazônicas e o oceano Atlântico, um país marcado pela violênci
Para aqueles que só conseguem identificar Artur Azevedo como o teatrólogo, esta é a hora de lembrar que ele também era jornalista, poeta e contista. Apaixonado pelos palcos, escreveu não apenas algumas joias da nossa dramaturgia como também uma série de matérias jornalísticas sobre o meio artístico
Dono de uma imaginação luxuriante, as crônicas de Coelho Neto reservam agradáveis surpresas ao leitor moderno. Seus personagens são forças da natureza, quase deuses. Suas críticas à sociedade são incisivas, revelando uma grande desilusão com o ser humano. Além disso, foi o primeiro cronista a falar
Com a linguagem fluida de um mestre das palavras, as crônicas de Montello trazem à realidade da vida um toque de imaginação, suavizando as pedras no caminho com sua leveza criativa. Por meio delas, abre a porta de seus livros e leituras, convidando o leitor para um diálogo, partindo das experiências
Como Mário de Andrade, o cronista José Castello pode dizer que é trezentos, trezentos e cinquenta, talvez mais, sempre o mesmo e sempre variável, de acordo com as sugestões e inquietações do momento. Essa mobilidade espiritual assusta alguns leitores. Um deles escreveu ao cronista queixando-se de qu