Crescemos ouvindo que amor rima com dor. Tal afirmação traz em si a ideia de que sofrer por amor é um ato automático e inescapável. Porém, muito pelo contrário: amar não é sofrer e ninguém deveria abrir mão de ser amado e feliz. Cabe então a pergunta: por que falhamos tanto no amor? Por que há tanta
Amores de Alto Risco
✍ Scribed by Walter Riso
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- Portuguese
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- Library
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✦ Synopsis
Crescemos ouvindo que amor rima com dor. Tal afirmação traz em si a ideia de que sofrer por amor é um ato automático e inescapável. Porém, muito pelo contrário: amar não é sofrer e ninguém deveria abrir mão de ser amado e feliz. Cabe então a pergunta: por que falhamos tanto no amor? Por que há tanta gente descontente com sua vida amorosa? Por que um número tão grande de pessoas escolhe um parceiro equivocado? Por que nos resignamos a relações dolorosas?Examinando os oito tipos afetivos que mais frequentemente causam turbulência aos seus parceiros, este novo livro de RISO, WALTER - terapeuta de larga experiência e autor de vários títulos de psicologia aplicada - é dirigido a qualquer um que queria melhor entender a própria vida amorosa e as próprias escolhas. E também àqueles que quiserem revisar sua vida afetiva com o intuito de fazer do amor uma experiência positiva.
✦ Table of Contents
OdinRights
Introdução
Parte I: Estilo Histriônico-Teatral
O lado antipático da sedução e do romantismo
Por que nos envolvemos em uma relação histriônica? Os cantos da sereia
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa histriônica?
Como reconhecer uma pessoa histriônica antes de se apaixonar
Quando você é o histriônico-teatral. Algumas considerações
Parte II: Estilo Paranoico-Vigilante
Viver com o inimigo
Por que nos envolvemos numa relação paranoica? As vantagens da suspeita
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa paranoica?
Como reconhecer uma pessoa paranoide antes de se apaixonar
Quando você é a pessoa paranoico-vigilante. Algumas considerações
Parte III: Estilo Passivo-Agressivo
A insuportável calma do ser amado
Por que nos envolvemos em uma relação passivo-agressiva? O anjo da imaturidade
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa passivo-agressiva?
Como reconhecer uma pessoa passivo-agressiva antes de se apaixonar
Quando você é a pessoa passivo-agressiva. Algumas considerações
Parte IV: Estilo Nascisista-Egocêntrico
A odisseia de amar uma pessoa narcisista
Por que nos envolvemos em uma relação narcisista? O poder do ego
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa narcisista?
Como reconhecer uma pessoa narcisista antes de se apaixonar
Quando você é a pessoa narcisista-egocêntrica. Algumas considerações
Parte V: Estilo Obsessivo-Compulsivo
O pesadelo de um amor rígido e meticuloso
Por que nos envolvemos em uma relação obsessiva? O fascínio do “bom partido”
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa obsessiva?
Como reconhecer uma pessoa obsessiva antes de se apaixonar
Quando você é a pessoa obsessivo-compulsiva. Algumas considerações
Parte VI: Estilo Antissocial/Encrenqueiro
A teia de aranha do amor maligno
Por que nos envolvemos numa relação antissocial? A atração pelo guerreiro
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa antissocial?
Como reconhecer uma pessoa antissocial antes de se apaixonar
Quando você é a pessoa antissocial-encrenqueira. Algumas considerações
Parte VII: Estilo Esquizoide-Ermitão
A territorialidade impenetrável do ermitão afetivo
Por que nos envolvemos em uma relação esquizoide? A conquista como um desafio
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa esquizoide?
Como reconhecer uma pessoa esquizoide antes de se apaixonar
Quando você é a pessoa esquizoide-ermitã. Algumas considerações
Parte VIII: Estilo Limítrofe-Instável
No fio da navalha
Por que nos envolvemos em uma relação limítrofe-instável? O encanto do paradoxo
Podemos nos relacionar de forma saudável com uma pessoa limítrofe?
Como reconhecer uma pessoa limítrofe antes de se apaixonar
Quando você é a pessoa limítrofe-instável. Algumas considerações
Epílogo
Referências
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