Henrietta Lacks era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa fazenda de tabaco no interior da Virgínia. Aos trinta anos, casada e mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que tinha câncer. Em poucos meses, um tumor no colo do útero se espalhou por seu corpo. Ela se tratou no Hospital Johns Hop
A Vida Imortal de Henrietta Lacks
✍ Scribed by Rebecca Skloot
- Publisher
- Cia das Letras
- Year
- 2011
- Tongue
- Portuguese
- Weight
- 240 KB
- Category
- Fiction
- ISBN
- 8563397826
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✦ Synopsis
Seu nome de batismo era Loretta Pleasant, e ninguém sabe como se tornou
Henrietta. Ela era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa
fazenda de tabaco no interior da Virgínia. Aos 21 anos, emigrou com o
marido, David, seu primo em primeiro grau, para os subúrbios da região
de Baltimore.
Aos trinta anos, mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que tinha
câncer. Em poucos meses, um pequeno tumor no colo do útero se espalhou
por seu corpo. Ela perdeu rapidamente o vigor, convertendo-se num
“espécime miserável”, nas palavras impiedosas do prontuário médico do
Hospital Johns Hopkins, onde se tratava e onde veio a falecer, em 1951.
No Johns Hopkins, uma amostra do colo do útero de Henrietta havia sido
extraída sem o seu conhecimento, e fornecida à equipe de George Gey,
chefe de pesquisa de cultura de tecidos naquela instituição. Gey
demonstrou que as células cancerígenas desse tecido possuíam uma
característica até então inédita: mesmo fora do corpo de Henrietta,
multiplicavam-se num curto intervalo, tornando-se virtualmente imortais
num meio de cultura adequado. Por causa disso, as células HeLa,
batizadas com as iniciais da involuntária doadora, logo começaram a ser
utilizadas nas mais variadas pesquisas em universidades e centros de
tecnologia, nos Estados Unidos e no exterior.
O surgimento de uma bilionária indústria de medicamentos sintéticos e as
fabulosas cifras atualmente envolvidas em pesquisa genética devem-se em
grande medida à comercialização das células de Henrietta. A vacina
contra a poliomielite e contra o vírus HPV, vários medicamentos para o
tratamento de câncer, de aids e do mal de Parkinson, por exemplo, foram
obtidos com a linhagem HeLa. Apesar disso, os responsáveis jamais deram
informações adequadas à família da doadora e tampouco ofereceram
qualquer compensação moral ou financeira pela massiva utilização das
células.
Rebecca Skloot tenta reverter esse quadro, compondo um comovente relato
da vida e da morte da mulher negra e humilde cujo trágico e precoce
desaparecimento mudou a história da medicina. Por meio do estreito
contato mantido com filhos, netos e o viúvo de Henrietta durante a
pesquisa para o livro, a autora discute com muita lucidez as delicadas e
complexas questões éticas e raciais envolvidas na história.
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Esta es la apasionante historia de una mujer cuyos tejidos han salvado la vida a millones de personas en todo el mundo. Se llamaba Henrietta Lacks, pero los científicos la conocen como «HeLa». Era una campesina cuyas células, que fueron tomadas sin su conocimiento, siguen vivas a pesar de que ella l
Esta es la apasionante historia de una mujer cuyos tejidoshan salvado la vida a millones de personas en todo el mundo. Se llamaba Henrietta Lacks, pero los científicos la conocencomo «HeLa». Era una campesina cuyas células, que fueron tomadas sin suconocimiento, siguen vivas a pesar de que ella llev
Hoy, veinte años después de su aparición, este libro sigue conservando todo su poder de impacto para el lector que se asome a sus páginas por vez primera. No en vano, desde entonces, no se puede hablar más de la muerte y sus fenómenos sin considerar las investigaciones aportadas por el Dr. Moody. És
Hoy, veinte años después de su aparición, este libro sigue conservando todo su poder de impacto para el lector que se asome a sus páginas por vez primera. No en vano, desde entonces, no se puede hablar más de la muerte y sus fenómenos sin considerar las investigaciones aportadas por el Dr. Moody. És
Hoy, veinte años después de su aparición, este libro sigue conservando todo su poder de impacto para el lector que se asome a sus páginas por vez primera. No en vano, desde entonces, no se puede hablar más de la muerte y sus fenómenos sin considerar las investigaciones aportadas por el Dr. Moody. És