Em 8 de março de 1914, aos 25 anos de idade, o poeta português Fernando Pessoa teve um insight e, naquilo que ele chamaria mais tarde de \"dia triunfal\", criou seus três principais heterônimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Deu-lhes, além do nome, uma biografia, um biotipo e, sob
A poesia completa de Álvaro de Campos
✍ Scribed by Fernando Pessoa
- Publisher
- Editora 247 S.A
- Year
- 2013
- Tongue
- Portuguese
- Weight
- 83 KB
- Category
- Fiction
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✦ Synopsis
Versão contendo índice ativo e breve biografia do autor.
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Álvaro de Campos é um dos heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa e, tirando Bernardo Soares, talvez o alter ego que mais se aproxima de Fernando Pessoa ortónimo.
Entre todos os heterónimos, Álvaro de Campos foi o único a manifestar fases poéticas diferentes. Houve três frases distintas na sua obra. Começou a sua trajetória como decadentista (influenciado pelo Simbolismo), onde exprime o tédio, a náusea, o cansaço e a necessidade de novas sensações para fugir monotonia. Depois passou para uma fase modernista ligada movimento do Futurismo/Sensacionismo, expresso por uma exaltação ao Mundo moderno, do progresso técnico e científico, da industrialização e da evolução da Humanidade, numa uma atração quase erótica pelas máquinas. E por último uma fase mais intimista e pessimista, chamada Fase Abulicólica marcada pelo sentimento de vazio, em que ele se sente um marginal, um incompreendido, fechado em si mesmo, angustiado, cansado, nostálgico e com descrença em relação a tudo.
Muito diferente dos seus congéneres heterónimos mais conhecidos como Alberto Caeiro, que considera a sensação de forma saudável e tranquila mas rejeita o pensamento, ou de Ricardo Reis, que advoga a indiferença olímpica, Álvaro de Campos procura a totalização das sensações, conforme as sente ou pensa, o que lhe causa tensões profundas. É nesse sentido que se aproxima muito do próprio Fernando Pessoa.
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